11h24

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Levantamento foi apresentado ontem (08/08) no ENACAB – Encontro Nacional da Cadeia de Abastecimento

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Estudo desenvolvido pela área de Big Data da Serasa Experian revela que, em junho deste ano, 41,7% das empresas varejistas consultadas pelo atacado apresentaram elevado risco de crédito, ou seja, possuem alta probabilidade de se tornarem inadimplentes nos próximos seis meses. Este percentual inclui empresas com falência decretada, autofalência, recuperação judicial e extrajudicial, que representam 22,4% do total. O estudo inédito foi apresentado ontem no ENACAB – Encontro Nacional da Cadeia de Abastecimento. As empresas de médio porte com alta probabilidade de inadimplência representam 42,5% do total desse grupo, percentual semelhante ao identificado nas companhias de pequeno porte, 42,3%. Já no grupo das grandes, o elevado risco de não honrar os pagamentos soma 21,3%. Na comparação por regiões do país, as companhias clientes do atacado com alto risco de inadimplência do Centro-Oeste tiveram o maior percentual de crescimento, na comparação de janeiro de 2015 x junho de 2016. Assim como esta região, a Norte e Nordeste também sofreram com o esfriamento da demanda interna e recuo da renda real, que comprometeram os resultados do varejo. Veja os dados completos na tabela abaixo:

  O estudo também mostrou que, em junho deste ano, 59,2% das empresas com até 4 anos de fundação estão dentro da classificação de alto risco de não conseguir honrar os pagamentos. As empresas dentro da faixa etária de 5 a 10 anos somam 54,5% (na situação de alto risco), e as companhias ativas há mais de 11 anos, possuem representatividade de 31,9% dentro do mesmo grupo de risco elevado. Veja os dados completos na tabela abaixo: De acordo com o vice-presidente de Pessoa Jurídica Serasa Experian, Victor Loyola, os clientes tradicionais e de longa data do atacado são mais resistentes à crise do que os mais novos, com menos tempo de atividade. “Mesmo assim, sua probabilidade de inadimplência está acima do nível tolerável. Nesse momento, mais do que nunca é importante ampliar o escopo e a profundidade das análises de risco individuais antes de concretizar qualquer transação de crédito ou fornecimento”, diz Loyola, que destaca ainda “as regiões de renda mais baixa estão sofrendo mais com a recessão, atingindo a capacidade de pagamento dos pequenos varejistas”.
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