16h30

Exclusivo: Como evitar rupturas e prejuízos no varejo alimentar

Uma ferramenta eficiente para manter o controle é o gerenciamento por categorias

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Exclusivo: Como evitar rupturas e prejuízos no varejo alimentar
A gestão eficiente de uma loja depende necessariamente da organização do estoque, especialmente nos tempos atuais, em que se deve tomar o maior cuidado para evitar duas situações extremas que levam a prejuízos: encalhe de mercadorias e rupturas.  Para evitar que se chegue a essa situação, que provoca um grande aperto econômico e aumenta o risco de se perder clientes, e justamente em um momento de fraca demanda e de concorrência acirrada, consultores aconselham a adoção de procedimentos rotineiros, que se pode colocar em prática sem arcar com custos adicionais, e baseando-se na experiência e no olhar atento do dono do negócio. Fátima Merlin, diretora-executiva da consultoria Connect Shopper, lembra que, com o crédito caro, é preciso passar o pente fino no estoque. “Uma ferramenta eficiente para manter o controle é o gerenciamento por categorias porque ele permite ao varejista conhecer o mix adequado e adquirir os produtos certos e no volume ajustado. Esse controle é fundamental para se reduzir custos e otimizar o resultado.” Fátima também alerta para a necessidade de o varejista olhar para além do depósito na hora de fazer o pedido, analisar o mercado em que atua e identificar a sazonalidade e o momento atual a fim de conseguir fazer uma gestão mais eficaz. “É importante que ele tenha uma efetividade analítica e seja assertivo em suas decisões de compra. Procure registrar o quanto vendeu no ano passado e em que momento fez os pedidos.” Outra dica consiste em fazer uma avaliação do contexto atual para saber quando comprar sem correr o risco de receber a mercadoria com muita antecedência ou adiar a ponto de ficar sem ela, especialmente se ela deve ser vendida e/ou consumida em datas específicas, como nas festas de fim de ano. “Como a indústria também faz seu planejamento de produção, o varejista precisa tomar cuidado para não perder o ‘time’ ao fazer o pedido”, alerta. Fátima destaca o fato de que muitas vezes o varejista erra por não ter a cultura de ser analítico e por manter no depósito muitos produtos similares e pouca variedade. “Cheguei a ver em um cliente 13 marcas de ketchup. Esse problema, além de gerar estoque alto – sendo que apenas duas ou três marcas representam 80% das vendas do produto – provoca uma confusão para o cliente.” Entre os principais erros identificados pela especialista destacam-se um cadastro desestruturado, falhas nos processos de compras e ausência de políticas claras aplicadas por categorias de produtos para definir como trabalhar marcas e compor o sortimento. Outro erro comum identificado no varejo está na leitura equivoca da ruptura, sendo que muitos donos de estabelecimentos não fazem o acompanhamento por produto e balizam-se pela média. “Isso em época de crise pesa ainda mais, uma vez que é preciso equilibrar o estoque com o comportamento do consumidor, que está com o bolso apertado, busca hoje mais economia, embalagens menores e outras alternativas de consumo.” Continue lendo aqui...
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